Momento de compra!

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Por Rafael Sorrigotto

Passamos por tempos difíceis, com insistentes notícias de crises e grandes nomes do mercado imobiliário brasileiro ruindo. Desde o último trimestre de 2017 o cenário tem alterado um pouco: a taxa básica de juros tem caído e sido projetada, a cada período, com insistentes quedas. Ainda no ano passado tivemos o melhor dos reflexos possíveis: queda na taxa de financiamento dos bancos.

O que antes imperava os dois dígitos, agora as instituições financeiras brigam entre si para operarem a taxa mais competitiva, quase todas em apenas um dígito. A reação foi imediata: aumentou significativamente o volume de contratações e de valores financiados pelas instituições financeiras voltadas ao mercado imobiliário.

O primeiro a puxar essa tendência de baixa e aumento de competitividade em busca de uma maior fatia do mercado imobiliário brasileiro foi o Santander, explanado nas palavras de um de seus diretores executivos de negócios, Gilberto Abreu: “Mais do que acompanhar, o Santander quer ser protagonista na retomada do mercado imobiliário no Brasil.”

De acordo com uma estimativa divulgada pelo setor imobiliário do Bradesco, a cada corte de 1 ponto porcentual nos juros básicos, a renda mínima exigida para financiar o imóvel cai de 6% a 8%. De acordo com cálculos do banco, cada queda de 1 ponto porcentual de juros faz com que cerca de 1 milhão a mais de famílias passem a se tornar elegíveis a um financiamento imobiliário de R$ 200 mil. Isso aumenta significativamente a fatia dos que passam a ter um imóvel como sonho possível e ajuda a encorajar esses novos possíveis clientes a investirem na área.

Mais que a agitação nas instituições financeiras, a movimentação do mercado imobiliário é visível: o movimento nas ruas, os anúncios nos jornais, as mídias cheias de ofertas. Há muito não acompanhávamos esse movimento e temos agora sem dúvida um momento de oportunidade!
Toda crise serve para aprendermos a fazer melhor, e dessa vez não foi diferente. O mercado teve de se reinventar para viabilizar essa reação. Tal qual aconteceu com os bancos, que se desdobraram para baixarem os juros, buscarem crédito e flexibilizarem regras. Assim como com as incorporadoras, que tem feito movimentos no sentido de cortar gorduras – preço, produto, excessos. Tudo o que encarecia e não trazia o devido retorno, fora. Com o mercado dos imóveis usados, maior flexibilidade nas negociações e oportunidades a todo o momento.

A queda nos juros retoma o holofote ao mercado imobiliário.

Cíclico, vemos uma retomada dessa rede gigante e forte. Basta olharmos em nosso redor: voltamos a ser impactados com anúncios de lançamento, não vemos mais imóveis usados anunciados por longos períodos, movimento grande em standes de vendas de incorporadoras. A hora é agora de pleitear melhores negociações e investir!

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sobre o autor

Rafael SorrigottoCorretor Associado

Arquiteto por formação, corretor por paixão e cozinheiro no tempo livre! Formado pela UNESP, cursou pós-graduação na FIA Business School em Negócios do Mercado Imobiliário. Após anos tr...

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