Descrição
Sobrado no Sumaré, 320m construídos em terreno de 432m, 4 dormitórios sendo 2 suítes, uma delas com closet, piso de taco original, piscina, churrasqueira, deck, edícula-sobrado e garagem para 3 carros. Bairro-jardim tombado pelo CONDEPHAAT, próximo ao metrô Sumaré.
NÃO É SÓ UMA CASA…É A CASA!
Tijolinho aparente, escada curva entalhada à mão e um quintal que parece ter saído de outro tempo! Tem casas que foram construídas para durar, e tem casas que foram construídas para encantar. Essa, felizmente, é as duas!
UMA RUA QUE JÁ É UM PRIVILÉGIO
Antes de mais nada, a Rua Votuporanga já entrega o tom: calma, segura, completamente arborizada. O tipo de rua em que você ouve os pássaros cantando antes de abrir a janela.
Estamos no Sumaré — um bairro-jardim tombado pelo CONDEPHAAT, o que significa que sua arborização exuberante, o traçado das ruas e a escala humana das casas estão protegidos da verticalização para sempre. Aqui, o tempo passou de um jeito diferente.
Do mesmo modo, a localização une o melhor dos dois mundos: a tranquilidade de uma rua residencial e a conectividade de quem está a poucos minutos do metrô Sumaré, da Avenida Paulista, de Pinheiros e da Vila Madalena.
A FACHADA JÁ CONTA TUDO
À primeira vista, a casa anuncia seu caráter antes mesmo de você entrar. O tijolinho aparente cobre toda a fachada. A árvore enorme na frente lança sombra generosa sobre a calçada. E a porta principal — em arco, com vitrais nas laterais — é daquelas que fazem você parar, olhar e respirar fundo.
Construída em 1949, a casa é solta no terreno, com corredores laterais dos dois lados que garantem circulação, ventilação e aquela rara sensação de espaço que casas urbanas raramente oferecem.
ENTRANDO NA CASA
Primeiramente, ao cruzar a porta, a grande sala principal impacta por sua generosidade. O pé direito alto, iluminação e o extenso piso de taco de madeira original criam um ambiente acolhedor sem esforço. Ela se conecta à sala de jantar por uma porta de correr — dois ambientes que respiram juntos ou se fecham quando a ocasião pede privacidade. Ao mesmo tempo, a sala de jantar também se abre para o quintal por outra porta de correr, integrando o ambiente de dentro com o de fora.
Logo depois, passando a sala principal, o primeiro impacto é a escada. Curva, toda em madeira entalhada à mão, imponente e iluminada — ela é o coração visual da casa, e merece um momento só para ela.
O hall onde a escada fica conecta os ambientes com naturalidade: de um lado, a sala principal. Do outro, a cozinha, ampla, já reformada, e que abriga uma mesa para as refeições do dia a dia — ideal para aquelas manhãs de domingo lentas e preguiçosas.
O QUINTAL — OU MELHOR, O PARAÍSO
Afinal, chegamos ao quintal. E ele surpreende!
Piscina, churrasqueira, deck, grama, árvores, plantas, flores. Um espaço generoso que convida a família a viver do lado de fora — para os fins de semana cheios, para as tardes quietas, para a infância que precisa de espaço para acontecer.
Juntamente com tudo isso, ao fundo do terreno, uma edícula-sobrado — também toda em tijolinho aparente — que é, na prática, uma segunda residência completa: quarto, banheiro, sala e varanda. Perfeita para hóspedes, para os avós, ou para quem precisa de um cantinho de trabalho ou ateliê.
O ANDAR ÍNTIMO
Subindo a belíssima escada — devagar, porque ela merece — chegamos aos quatro dormitórios, sendo duas suítes. Todos bem amplos, com janelas generosas, pé-direito alto, boa ventilação e ar-condicionado. Os ambientes abrigam mais uma vez o piso de taco em madeira, reforçando a coerência e o charme da casa.
A suíte principal tem closet e aquela atmosfera de quarto que a gente sonha: espaçosa, tranquila, com luz natural entrando sem pedir licença e uma vista verde incrível da copa da árvore.
UMA CASA QUE ENVELHECEU BEM — E COM ESTILO
Por fim, o que torna essa casa verdadeiramente rara não é um detalhe isolado. É o conjunto: a escala, a preservação, o tijolinho, o taco, os vitrais, a escada, o quintal, a edícula, o bairro.
São 75 anos de história que envelheceram com graça — e que esperam por uma família que saiba reconhecer sua autenticidade.
Vamos visitar juntos? Me chama! :)






















































