Meu Refúgio Urbano #21 Em uma rua tranquila da Aclimação

O casal Aliane e Ricardo buscava por um novo lar, sem abrir mão de estar no bairro que conquistou o coração dos dois. Com a ajuda da Liliane Moura, corretora associada da Refúgios Urbanos, eles encontraram o que procuravam, e hoje contam um pouco dessa história:

R.U: Antes de virem para cá, vocês moravam em outro bairro?

A: Não, a gente morava aqui na região, em um apartamento de aluguel, que gostávamos muito. Era um apartamento antigo, prédio da década de 50, chão de taco… mas nós já tínhamos vontade de ir para um lugar maior e em uma rua mais calma. Aí começamos a buscar, mas priorizando continuar no bairro. A gente morou dez anos no outro apartamento, então já estamos nessa região há um bom tempo.

R: Quando você muda de bairro, aqui em São Paulo, você muda de cidade. Ela (Aliane), quando veio para São Paulo, foi para a Vila Monumento; então essa região a gente frequentava e gostava porque aqui ainda tem aquele ar um pouco de interior, onde as pessoas se conhecem.

A: Tem feira de rua aos sábados. E nós somos do interior de São Paulo (Cruzeiro); já viemos de um lugar onde todo mundo se conhece, as pessoas se encontram. Na rua do apartamento anterior tinha procissão! Morávamos ao lado de uma igreja, então a gente quis continuar por aqui. Até chegamos a procurar em outros bairros, mesmo na Mooca, a Liliane (corretora) mostrou um apartamento para nós, mas não era o momento, não era pra ser.

R: E seria uma mudança de vida também, por ser um lugar onde não era possível fazer muita coisa a pé; tinha que pegar carro para fazer as coisas.

R.U: E vocês já acompanhavam a Refúgios?

A: Sim, até mesmo antes de a gente começar de fato a procurar imóveis, eu seguia no Instagram por uma questão de estética, por um olhar diferenciado, de curadoria e estética; tem uma relação da Refúgios com a cidade. Isso é algo que a gente sempre gostou, de andar pela cidade vendo prédios, o Centro; faz parte do que a gente gosta.

R: Vocês são diferenciados não só pelo senso de estética, e isso chama a atenção.

R.U: Quando vocês chegaram nesse apartamento aqui, o que fez brilhar o olho?

R: Localização, planta e o valor… ele já estava reformado, em uma reforma que, esteticamente, nos agradava.

A: Pra mim, ainda tem um componente mais afetivo, que é esse cobogó. Os proprietários anteriores… (ele) é de Olinda, e a gente tem uma relação afetiva com Pernambuco, então já me arrepiou. Aí quando a gente entrou, já tinha essa coisa de ele trabalhar com música, então ele já fez toda essa marcenaria pensando nos vinis. Também tínhamos uma preocupação de um lugar onde coubesse nosso rádio… muita coisa foi conectando, a energia foi a mesma.

R: Ele deixou um vinil pra gente, de presente! E logo na primeira visita já foi tão fluido que já estávamos: “o sofá vai ficar aqui…”(risos). Visualizamos tudo, com a trena, tirando medidas…

R.U: E vocês trabalham de casa?

A: Sim, hoje estamos 100% home, então ter lugar para os dois trabalharem de modo confortável também era um requisito. Na outra casa, já tínhamos essa divisão. Aqui é muito tranquilo a vizinhança também, não temos problema com barulho; essa rua está em um entorno bem consolidado e tem movimentação quase que exclusivamente de moradores.

A Aliane e o Ricardo encontraram na Aclimação, um bairro para abrigar seu lar! E você, onde encontrou o seu refúgio? 😊

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