Sapateado e Corretagem: tudo uma questão de “timing”!

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por Mariana Nogueira
Existe mesmo, paixão depois dos 30 anos? Nossa se existe! Eu descobri 2 das minhas paixões aos 30 e poucos anos: a arte de sapatear e a corretagem.

Existe mesmo, paixão depois dos 30 anos? Te afirmo: nossa se existe, e como! Eu descobri 2 das minhas paixões aos 30 e poucos anos. A primeira, o teatro me deu a oportunidade de conhecer de perto a arte de sapatear e eu rapidamente, me apaixonei, me entreguei. E a outra, um pouco mais complexa, eu me apaixonei pelo trabalho que faço hoje: a corretagem.

A gente passa a adolescência ouvindo que paixão é coisa de jovem, que a gente vai envelhecendo e tendo menos oportunidades. E hoje, entendo que isso não faz sentido algum, mas isso deixo para escrever em uma outra sacada.

Pois então, nessa minha primeira sacada, vou falar um pouco sobre sapateado e corretagem, paixões que descobri na maturidade.

Mas o que esses 2 assuntos tão distintos têm em comum? – É tudo uma questão de “timing”, “timing” e “timing”!

Pode ser que algumas pessoas ainda não saibam, mas sapateado NÃO é uma dança, mas sim, MÚSICA. Fazemos música com os pés, como uma espécie de percussão. Para os olhos de alguns, um monte de sons aleatórios, e para outros, uma percussão fascinante que dialoga perfeitamente com a música em questão, e claro que eu faço parte desse segundo grupo.

É impossível ser um bom sapateador se você não conhece o “timing” da música, por exemplo, se você sabe que a música é em 6 tempos, não faz sentido dançá-la em 8 tempos. O espectador pode não saber o porquê ele não gosta de tal obra de sapateado, e muitas vezes a explicação se dá porque o artista está dançando fora do tempo, e isso incomoda muito! E o aperfeiçoamento? Esse vem por meio da repetição, da repetição, da repetição (rs, muita repetição), da entrega e do prazer em melhorar a cada dia.

Mas e a corretagem com isso tudo? – Aprendi que com a corretagem, o trabalho acontece da mesma forma: se a gente perde o precioso “timing”, não encantamos o cliente, seja ele comprador ou vendedor. Tem “timing” para tudo nessa profissão: para responder o cliente, para entender prontamente suas necessidades, “timing” para falar as coisas na hora certa, “timing” para captar, fazer o anúncio, criar boas estratégias. E errar o “timing” é não ter aplausos da platéia, e isso não queremos nunca! Por isso, um bom corretor também precisa respeitar o “”timing”, e a forma de evoluir é “fazer, fazer, fazer”.

Sempre quis achar uma conexão entre 2 coisas que gosto tanto, e descobri que o ponto em comum entre elas, é algo que temos de mais valioso na vida: o tempo. O nosso tempo. O tempo dos outros. O tempo da música. O tempo do trabalho. O tempo da vida.

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sobre o autor

Mariana NogueiraCorretora Associada

Não são muitos os casos onde alguém, como cliente, fica tão fascinado com os serviços de uma empresa, que depois almeja participar da mesma. Este foi o caso da Mariana, nossa cliente em 2017 e h...

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